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CASO Rachel Genofre – Acusado vai a júri popular nesta quarta-feira

Foto: Reprodução/RPC

“O crime contra Rachel Genofre chocou o Paraná e o Brasil inteiro. A garotinha de 9 anos foi vítima de um inescrupuloso que tem ficha extensa: de acordo com a polícia, o primeiro crime cometido por ele foi de abuso sexual em 1985. É uma barbaridade! Justiça é o mínimo que clamamos, porque a dor da família de Rachel é perpétua”, declarou o deputado estadual Cobra Repórter (PSD), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai) da Assembleia Legislativa.


O júri popular do caso Rachel Genofre está sendo realizado, nesta quarta-feira (12), no Tribunal do Júri de Curitiba. Ao longo do dia, devem ser ouvidas testemunhas de acusação e de defesa. O julgamento acontece com portas fechadas, porque o processo corre em segredo de justiça.


O réu Carlos Eduardo dos Santos está preso, após ser encontrado 11 anos depois do crime. A garota, de apenas 9 anos, foi encontrada morta, dentro de uma mala na rodoviária de Curitiba, após desaparecer no dia 3 de novembro de 2008.


O CRIME - A menina de 9 anos desapareceu no dia 03 de novembro de 2008, após sair da escola. O corpo foi encontrado dois dias depois do desaparecimento, dentro de uma mala, embaixo de uma escada na Rodoferroviária de Curitiba. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que a pequena foi estuprada, agredida, queimada com cigarro e morta por asfixia.


O acusado pelo crime foi identificado onze anos depois, em 2019, com a ajuda de exames de DNA. A identificação aconteceu após o cruzamento de dados das polícias do Paraná, São Paulo e Distrito Federal. O homem estava detido na Penitenciária 2 da Comarca de Sorocaba, em São Paulo, desde 2016 após ter cometido crimes de estelionato e adultério, além de ser acusado de estupro.

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