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Criai pede rigor nas investigações de professor acusado de assédio sexual em Apucarana



A Comissão de Defesa dos Direitos das Crianças, Adolescentes, Idosos e Pessoas com Deficiência (Criai) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) enviou, nesta terça-feira (07), ofício à Polícia Civil de Apucarana solicitando mais detalhes e rigor nas investigações sobre uma série de denúncias de assédio sexual de alunas por parte de um professor de um colégio particular de Apucarana.

“São acusações graves que estão sendo investigadas pela polícia e pelo Ministério Público e também é o dever da nossa Comissão acompanhar”, disse o deputado estadual Cobra Repórter (PSD), presidente da Criai.


Segundo a reportagem do Domingo Espetacular da Record TV exibida neste domingo (05), as denúncias começaram no mundo virtual e terminaram na delegacia. As estudantes participaram de um movimento mundial que denunciou assédios. Todas usaram a hashtag “exposed”, que significa “exposto” em inglês.


A delegada que acompanha o caso, Sandra Nepomuceno, informou que dez vítimas registraram boletim de ocorrência relatando assédios sexuais em sala de aula por um professor. Foi instaurado inquérito para apurar a situação.


As estudantes dizem que eram assediadas nas aulas de um professor com elogios, pedidos de foto, toques íntimos e que ele chegou até a convidá-las para encontros fora do colégio. Segundo o advogado do professor, tratam-se de denúncias vazias porque o colégio tem câmera de segurança na sala de aula, monitor na sala e inspetor no corredor.

A delegada Sandra Nepomuceno diz haver indícios de assédio sexual e que o professor usava de brincadeiras para confundir as vítimas. De acordo com a delegada, qualquer brincadeira fora do contexto deve ser denunciada à direção da escola. O professor já foi afastado.

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