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Lesões em corpo de bebê morta em Arapongas chocam a polícia



O delegado-chefe da 22ª Subdivisão Policial de Arapongas, Maurício de Oliveira Camargo, disse que Sophia Emanuelly, de apenas um ano, apresentava lesões graves nas partes íntimas e ficou chocado com o que viu. A criança é o segundo bebê morto do casal Eduarda da Silva Bernardo e Roger da Silva Ribeiro.


De acordo com a investigação da Polícia Civil, eles tiveram quatro filhos e um deles morreu há cerca de um ano quando o casal morava em Apucarana. As circunstâncias da morte desta outra criança serão investigadas. O casal tem ainda outras duas meninas: uma recém-nascida e uma de quatro anos. Elas foram entregues ao Conselho Tutelar.


A Comissão que Defende os Direitos da Criança, Adolescente, Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai), presidida pelo deputado estadual Cobra Repórter (PSD), na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) está acompanhando o caso e pediu rigor nas investigações.


ENTENDA O CASO – A bebê foi levada pelo pai na terça-feira (18) à noite, na UPA. Ele teria dito para a equipe médica que ela havia engasgado com leite materno. Só que os profissionais de saúde ao avaliarem a bebê constataram que ela já estava morta e o médico identificou várias lesões pelo corpo.


O Instituto Médico-Legal (IML) apontou, preliminarmente, agressão física como causa da morte. Roger é o principal suspeito do crime e foi preso porque havia um mandado de prisão contra ele por tráfico de drogas. A mãe da criança e a avó também foram presas por omissão. O delegado acredita que as duas sabiam que Sophia havia sido violentada e não fizeram nada a respeito. A população de Arapongas está em choque!

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