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Mais um idoso do Paraná encontra dificuldades em ir até o banco para provar que está vivo

Atualizado: 4 de Jul de 2019



O caso ocorreu na Lapa, Região de Curitiba, na sexta-feira (28). O idoso de 90 anos, morador da zona rural, precisou percorrer 30 km e ser levado no colo até a agência. Ele morreu nesta terça-feira (2). Mais um caso revoltante que a Criai está acompanhando e pedindo providências.


A Comissão que Defende os Direitos da Criança, Adolescente, Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai), da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) acionou o Ministério Público para que investigue o caso. O deputado estadual Cobra Repórter (PSD), presidente da Criai, também enviou uma carta ao INSS e ao presidente do Banco, exigindo explicações. Ele fez ainda uma representação junto à Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa (CIDOSO) do Congresso Nacional.


ENTENDA O CASO - A filha do idoso conta que ela foi até a agência bancária tentar receber os R$ 998 da aposentadoria do pai, mas que ouviu de um funcionário que o benefício estava bloqueado e que o pai teria que fazer a prova de vida, exigida pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ela diz ter sido orientada a ir até a agência do INSS. Lá, ouviu que não era com eles e mandaram ela de volta para o banco. A filha, então, pediu para que o irmão levasse o pai no colo e gravou tudo.


O Banco informou que para realizar a prova de vida é preciso capturar a biometria do beneficiário e digitar uma senha. Por isso, o procedimento deve ser feito dentro da agência. Sobre o caso do idoso, disse à família que deveria procurar o INSS, mas que não era necessário levar o beneficiário até a agência bancária. O INSS informou que, no caso de pessoas com dificuldade de locomoção, a prova de vida poderia ser agendada com a visita de um servidor do INSS em casa.

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