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Movimento paraolímpico: o poder transformador do esporte


Créditos: CPB

É fato: praticar esportes traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental. Só que, para as pessoas com deficiência, praticar esportes pode representar muito mais que saúde! São vários os aspectos positivos: agilidade, a coordenação motora, equilíbrio... Sem contar que, no aspecto social, o esporte proporciona a oportunidade de socialização, além de torná-lo mais independente no seu dia a dia. Isso sem levar em conta a percepção que a sociedade passa a ter das pessoas com deficiência, acreditando nas suas potencialidades. No aspecto psicológico, o esporte melhora a autoconfiança e a autoestima!


O Governo do Paraná, em 2011, criou o Geração Olímpica, que é o maior programa em nível estadual de incentivo ao esporte na modalidade bolsa-atleta. O programa passou por algumas adequações para atual edição no que se refere às categorias e também ao número de bolsas distribuídas para cada uma delas, com a intenção de reforçar a escolha dos selecionados em critérios cada vez mais técnicos visando o ciclo dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.


Na última grande competição da categoria, por exemplo, os Jogos Parapan-Americanos de Lima realizado no fim do mês passado, 16 bolsistas conquistaram 15 medalhas (seis de ouro, seis de prata e três de bronze). O medalhista de ouro no vôlei sentado dos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019, pela quarta vez consecutiva, o curitibano Daniel Jorge da Silva disse que o programa de bolsa-atleta é fundamental para esportistas de alto rendimento. “Necessitamos de treinamento diário, horas dedicadas a treinos, então ele nos ajuda a ter tranquilidade para poder treinar e arcar com os custos de transporte, alimentação e materiais esportivos”, afirmou. Ele disputou três Olimpíadas e deve estar presente na Seleção Brasileira que tentará o ouro em Tóquio 2020.


O Brasil também encerrou sua participação nos Jogos Parapan-Americanos de Lima com um recorde de medalhas, 308. Foram 124 de ouro, 99 de prata e 85 de bronze, alcançando o primeiro lugar no quadro geral. Os Estados Unidos, que ficaram com a segunda posição, conquistaram 58 ouros e 185 medalhas no total. O País lidera o ranking desde 2007.


“O esporte serve como uma plataforma de inclusão social para as pessoas com deficiência. É gratificante ver que o governador Ratinho Junior tem dado o devido valor a este trabalho e encarado como política pública contínua”, destacou o deputado estadual Cobra Repórter, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).




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