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Pai de Eduarda está preso na PEL 1



Ricardo Seidi Shigematsu, suspeito de ter matado a própria filha de 11 anos, está preso na Penitenciária Estadual de Londrina (PEL 1). A Polícia Civil pediu, nesta segunda-feira (29), a prisão temporária, por 30 dias, de Ricardo Seidi pelo crime de homicídio qualificado. O homem confessou ter enterrado o corpo da filha, de 11 anos, em Rolândia.


Seidi foi preso por ocultação de cadáver, mas, conforme a polícia, com o resultado do laudo do IML, que apontou que a menina morreu por esganadura, o caso passou a ser considerado como homicídio qualificado, que trata-se de crime hediondo.


Segundo informações do portal Cobra News, ele está em uma cela junto a outros quatro presos, que também respondem por crimes da mesma natureza. No início da tarde de ontem (29), a polícia foi até uma chácara de propriedade do suspeito, onde foram encontrados diversos veículos roubados e desmanchados.


“A polícia segue com as investigações e a qualquer momento teremos novidades sobre o caso. Como presidente da comissão que defende os direitos da criança, adolescente, idoso e da pessoa com deficiência, estou acompanhando esse crime que chocou o nosso Estado e queremos ver os culpados atrás das grades. Justiça para a Eduarda é o mínimo neste momento”, disse o deputado estadual Cobra Repórter.


Nesta terça-feira (30), segundo a Polícia Civil, a mãe e a avó de Eduarda, além de outros familiares e testemunhas devem ser ouvidos.


O CRIME – O corpo da menina foi encontrado na tarde de domingo (28), nos fundos de uma casa de aluguel da família. Eduarda era considerada desaparecida desde quarta-feira (24).

A Polícia Civil informou que câmeras de segurança registraram Eduarda na quarta-feira, ao chegar em casa. Ainda pelas imagens, o pai é flagrado ao sair da casa onde mora a família em um carro preto. Depois, ele chega ao imóvel alugado, onde a polícia localizou o corpo da menina.


Na quinta-feira (25), a avó da menina, que tinha a guarda de Eduarda, registrou Boletim de Ocorrência informando o desaparecimento da neta. O pai da criança publicou uma mensagem pedindo informações sobre ela em uma rede social.


Ainda de acordo com a polícia, o corpo da garota tinha uma corda no pescoço e estava com os pés e as mãos amarrados. A cabeça, conforme a polícia, estava envolvida em um saco plástico e uma toalha.


Ricardo Seidi ainda não tem advogado constituído.

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